quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ética - Valores sustentáveis

Governança corporativa, sustentabilidade, ética nos negócios e nas empresas, balanço social, grau de reputação, relatórios de sustentabilidade, responsabilidade sócio-ambiental, empresa cidadã, responsabilidade social, marketing relacionado a causas, todas essa preocupações mostram as tendências atuais das instituições, organizações e empresas.

Mas o que é ética empresarial

Em Seminário sobre o tema, nesta terça-feira 31 de Março, Laura Nash, sócia-fundadora do Piper Cove Fund Asset Management, autora e ex-professora da Harvard Business School, apresentou a relação entre a atual crise financeira mundial e a ética. A convite do professor de filosofia da PUC-Rio, Danilo Marcondes, o evento contou com a presença de gerentes de sustentabilidade de grandes empresas, financistas e alunos dos mais diversos cursos.

E o que a crise tem a nos dizer sobre ética e vise-versa....
É exatamente sobre Valores, a que consta o objeto principal de transações em Wall Street, mas cujo carater vem se delineando sob formas muito mais complexas e ousadas. Complexidade e genialidade que apenas o lucro e o exarcebamento de seus modos de vida são os motividores, enquando exatamente o longo prazo e as vidas envolvidas (a sustentabilidade) não entrou no balanço das instituições financeiras e muito menos de seus consumidores, a comunidade.

É uma crise de valores, como indica a autora. Tributação e verificação, velhas constituintes de LIMITES. O ego ou a ambição de genios de Wall Street, no auge de um modo de vida de ostentação e riquezas sem fim, em acordo à uma cultura de consumo e à aventura de uma casa própria com fundos mágicos, reflete no mundo (além das próprias casas de milhares de americanos que foram pelos ares), uma dúvida sobre o que DESEJAMOS.
Ainda assim, a crise sobre a confiabilidade, sobre a regulação, e sobre o nível de transparencia e comunicação entre as insitituições e seus clientes.

A palestrante norte-americana salienta que a ética torna-se um valor ainda mais competitivo para uma empresa, pois à ela estão agregados outros, como confiança, responsabilidade. Segundo ela, o momento atual serve de reflexão para a sociedade como um todo e exige uma reformulação da ideologia financeira.

A casa própria ou um super carro na garagem são as resposta que se ouve de jovens nos dias atuais enquanto a apenas 5 anos se ouvia "quero aprender e fazer a minha carreira".

Infelizmente mágica não existe, ilusão e especulação sim.

O professor de Filosofia da PUC-Rio, Danilo Marcondes, ressaltou que a ética não é um ponto de partida, mas sim de chegada. “Não somos éticos por natureza, no entanto é fundamental que reconheçamos a importância de sermos éticos e almejar esse objetivo para vivermos harmoniosamente em sociedade”.

Mais sobre o seminário: www.firjan.org.br

Transparência e sustentabilidade

A Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável - FBDS e a SustainAbility lançaram oficialmente, em 9 de dezembro, a pesquisa "Rumo à Credibilidade", o oitavo benchmark das melhores práticas em relatórios de sustentabilidade.
Trata-se do primeiro projeto do programa Global Reporters com foco em um único país: o Brasil, economia emergente a caminho das melhores práticas para o desenvolvimento sustentável.
O objetivo do projeto foi analisar a qualidade dos relatórios de sustentabilidade, encorajar as empresas brasileiras a aprimorarem suas práticas de relatar e expor o que empresas globais podem aprender com estas.
Confira aqui o ranking das Top 10 que apontam liderança em qualidade de relatórios elaborados por empresas brasileiras.

Os Top 10
1 - Natura - Higiene e beleza - 54%
2 - Suzano Petroquímica - Petroquímica - 53%
3 - Ampla - Concessionária de energia elétrica - 52%
4 - Coelce - Concessionária de energia elétrica - 52%
5 - Banco Real - Serviços financeiros - 51%
6 - Energias do Brasil - Concessionária de energia elétrica - 47%
7 - Sabesp - Concessionária de água e saneamento - 46%
8 - Bunge - Agronegócios - 41%
9 - Celulose Irani - Papel e celulose - 41%
10- Banco Itaú - Serviços financeiros - 35%
Média de 47%

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sobre o ato de pensar e de sonhar


Eu queria muito não pensar. Mas um dos exercícios mais fáceis da meditação é deixar vir todos os pensamentos... sem limitá-los, deixá-los vir sem intervir na sua vontade... como se eles fossem um e eu outro, ou que eu assistisse de longe o andamento daquele lado do cérebro, ou este...

Bem, mas em grande parte do dia eu penso e remoo... e remoo tentando mudar de longe os acontecimentos. A história de "segredo" pra mim é tão óbvio... quem não sonha, não se imagina lá na frente, no lugar que almeja, no sentimento que pretende ter... quem não viaja em pretensões salvadoras... o destino perfeito.

Eu era pequena e adorava viajar de carro com minha família. Meu pai era meu herói dirigindo... enquando todos dormiam eu ia no meio do carro, com os olhos arregalados sobre cada curva, cada sombra... no silêncio e na expectativa... sonhando além de cada curva... aprendendo a lidar com o inesperado, sem poder se intrometer no destino, apenas "torcendo", e me imaginando lá. Dirigir é fantástico! E lá se vai o velho simbolismo sobre o ato de dirigir um carro e a prerrogativa sobre o modo com que guia a vida.

Eu gosto de ter medo da vida. Montanha-russa, desconhecido... e porque não um filho. É a maior das aventuras, eu tenho e não tenho controle... eu acompanho e torço, mas nem tudo depende (se é que alguma coisa depende) de mim.

Mas se bem que não é agradável pensar que meu filho possa vir a gostar de ter medo da vida.

O que posso fazer é, enquanto eu guiar o veículo que o transporta, que eu possa lhe dar credibilidade e espaço de sonhos, que ele possa sonhar seguro de que tudo sairá "basicamente" bem.

Mas além de seus sonhos, além desse caminho meio óbvio e meio meu, continuo apreciando o ato de pensar, e me imaginando um dia meditando sobre os meus e os dele.

domingo, 19 de outubro de 2008

Woman´s Ways

Existem necessidades básicas na vida de uma mulher contemporânea que em qualquer situação ela sempre tende a perceber quando se dá alguma de suas ausências.
A mulher precisa ser para o mundo, ser para si e ser para alguém. Por mais que a mulher da casa, ou a mulher extremamente doadora aparentemente estejam fora dessa "generalização", elas no entanto são seus exemplos clássicos.
Porque ser para o mundo é uma dívida natural que o corpo da mulher procura quitar pelo que este mundo naturalmente dá a ela. A mulher no mundo não requer dinheiro ou demais representações simbólicas de "poder" - o seu "poder" é apenas a troca que exerce com sua terra, suas pessoas, sua origem vital e aquele serne - seu sentido mais profundo de ser. E responde a pergunta: ser pra que.
O trabalho da mulher é o exercício de suas qualidades, criar suas dádivas, cultivar seus dons. Sua produção. Como filhos dão trabalho, qualquer outro "serviço" no mundo é reflexo do serviço anterior, em si mesma, da vontade de produzir, se ser no mundo.
E falar em filhos nos trará relativas associações, não apenas ao trabalho para o mundo, quanto para si e para alguém. Neste ponto todos os temas, no mesmo ritmo, fazem sentido na concepção profunda do termo, à questão da natureza feminina.
Vamos morrer no dia que precisarmos morrer, não importa "como viemos". Não existe caminho correto, mas o melhor caminho para cada um.
Existem oportunidades e todas elas acabam em uma bifurcação. A escolha de um caminho leva a determinada história que não sabemos como será até vivê-la e não sequer imaginamos como poderia ter sido se escolhessemos o outro caminho.
De qualquer forma, a bifurcação chega a uma estrada, a um sinal e a um questionamento.
Sem olhar pra trás: Esta é a felicidade:
Por que de qualquer origem é o que sempre se espera e o que, ao ver sinais e um caminho, parece encontrar. A certeza de que se está na direção e sentidos perfeitos.
" Qualquer caminho é apenas um caminho e não contitui insulto algum- para si mesmo ou para os outros- abandoná-lo quando assim ordena o coração (...) Olhe cada caminho com cuidado e atenção. Tente-o tantas vezes quantas julgar necessário... . Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo um pergunta: possui esse caminho um coração? Em caso afirmantivo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não possui importância alguma." Carlos Castañeda, The teachings of Don Juan.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Conexões Ocultas

Segundo Fritjof Capra, em "Conexões Ocultas", no decorrer deste novo século, dois fenômenos específicos terão um efeito decisivo sobre o futuro da humanidade. Ambos se desenvolvem em rede e ambos estão ligados a uma tecnologia radicalmente nova. O primeiro é a ascensão do capitalismo global, composto de redes eletrônicas de fluxos de finanças e de informação; o outro é a criação de comunidades sustentáveis baseadas na alfabetização ecológica e na prática do projeto ecológico, compostas de redes ecológicas de fluxos de energia e matéria.

A meta da economia global é a de elevar ao máximo a riqueza e o poder de suas elites; a do projeto ecológico, a de elevar ao máximo a sustentabilidade da teia da vida. Atualmente, esses dois movimentos encontram-se em rota de colisão: ao passo que cada um dos elementos de um sistema vivo contribui para a sustentabilidade do todo, o capitalismo global baseia-se no princípio de que ganhar dinheiro deve ter precedência sobre todos os outros valores. Com isso, criam-se grandes exércitos de excluídos e gera-se um ambiente econômico, social e cultural que não apóia a vida, mas a degrada, tanto no sentido social quanto no sentido ecológico.

O grande desafio que se apresenta ao século XXI é o de promover a mudança do sistema de valores que atualmente determina a economia global e chegar-se a um sistema compatível com as exigências da dignidade humana e da sustentabilidade ecológica. Capra demonstra, de modo conclusivo, que os seres humanos estão, de forma inextricável, ligados à teia da vida em nosso planeta e mostra quão imperiosa é a necessidade de re-organizarmos o mundo segundo um conjunto de crenças e valores diferente (que não tenha o acúmulo de dinheiro por único sustentáculo) e isso não só para o bem-estar das organizações humanas, mas para a sobrevivência e sustentabilidade da humanidade como um todo.


vomitos aleatorios I

Acredito no bem-estar. Em prestar o bem-estar ao mundo, às pessoas, à natureza, a mim mesma, a meu filho. Não tenho espaço definido, não sei disputar, não pretendo lutar... Eu sou, eu não estou... Apenas de vez em quando eu passo.
Gosto do mundo como ele se mostra, sem a minha intervenção. Dos desafios, da interação constante. Com a minha troca, eu realizo meu papel. Eu sou o instrumento.
Se eu descobrir, eu apenas mudei a perspectiva e tirei de baixo dos panos. A vida, os fatos, sempre existiram. As pessoas não criam, elas juntam, descobrem, fazem da sua vida o maior laboratório social. A criação do olhar, das atitudes e o descobrir dos sentidos é a atividade que perpetua a espécie, que transforma o meio, que tece a rede, que se retro-alimenta em relação ao meio, ao ambiente.

Partes de un diálogo sobre conscientização ecologica

A identificaçao do homem ä sua origem, a reformataçao de seus condigos em favor da vida e das proximas geraçoes cunha uma nova proposta de desenvolvimento social, de onde o individuo é inseparavel de seu meio, posto que o é... E suas atitudes sáo o seu mundo, sendo o mundo sua forma e sua medida.


A midia é o meio. Caracetriza-la é dar lhe apenas corpo... E como todo corpo ele transmite informaçoes, reproduz ideias, compoe o cenario da vida. Mas a midia náo é fonte. A fonte do pensamento humano está nas suas realiza;óes e experiencias, nas suas referencias a longo prazo... Na composiçao que desenvolve em relacao ao amor. Para a midia apenas a missáo de transmitir entre os seres humanos as caracteristicas do amor.